terça-feira, 16 de outubro de 2007

Mexicanos celebram nova imagem da Santa da Morte




Em uma casa transformada em santuário no popular centro da Cidade do México, a nova imagem da Santa Muerte (Santa da Morte, na tradução livre) foi canonizada neste domingo. A pálida imagem da santa passa agora a ter um vestido dourado.




David Romo, o arcebispo da igreja, afirmou que a nova imagem lhe apareceu em sonho, em dezembro de 2006, quando uma mulher lhe disse para mostrar aos devotos o novo aspecto da estátua. Ele negou que a troca fosse uma jogada para acabar com os boatos de que a imagem é usada em cultos de magia negra.
"É uma imagem de justiça, de liberdade, porque antes de tudo é uma imagem que mostra o rosto de Deus", completou. Dezenas de devotos participaram da cerimônia, levando nos braços, e até mesmo em tatuagens, a tradicional imagem da morte. Várias famílias também levaram seus filhos para serem batizados perante o altar da Santa da Morte.
"Não há diferença, é igual a qualquer igreja", disse Francisco Armenta, 42 anos, que aguardava pelo batismo de seu filho de 3 anos. O ex-presidiário Eugenio Márquez, 36 anos, disse que a devoção lhe ajudou a sair da prisão e a deixar as drogas. "Eu era viciado em cocaína e me levantei graças a ela", disse, antes de mostrar a tatuagem da santa que tem no ombro esquerdo.
Pelos bairros mais populares do México, é comum encontrar altares dedicados à Santa da Morte, algumas vezes vestida com traje branco e com uma coroa sobre sua caveira.


As 7 Igrejas do Apocalipse


Alguns estudiosos ensinam que essas 7 igrejas têm três significados proféticos:1.º - Representam 7 fases da Igreja Cristã, no decorrer dos séculos, da 1.ª à 2.ª Vinda de Jesus Cristo.2.º - Mas ao mesmo tempo essas 7 igrejas representam também 7 tipos de igrejas que sempre existiram em todas as épocas do Cristianismo. Atualmente (como em todas as épocas da Era Cristã) temos igrejas frias, perseguidas, mundanas, idólatras, mortas, reavivadas e mornas. 3.º - O terceiro significado dessas 7 igrejas é que elas representam 7 tipos de Cristãos que sempre houve e sempre haverá dentro do Cristianismo (pelo menos até o retorno de Cristo). E a classe que vai predominar no final dos tempos é aquela representada pela 7.ª Igreja. É o que estamos vendo hoje.

Éfeso - Igreja PreocupadaA igreja em Éfeso pode ter sido uma das melhores igrejas do primeiro século. Fundado por Paulo (ver At 20) e pastoreada por João por vários anos depois da morte de Paulo, era uma igreja espiritualmente "em chamas" no meio de uma das cidades mais paganizadas da Ásia. Cristo a elogiou por suas obras, paciência (perseverança), ódio do mal, por ter posto à prova aqueles que declaravam ser apóstolos e por seu trabalho por amor ao nome de Cristo (Ap 2.2,3). Ele também a condenou por ter deixado o primeiro amor. Durante a vida de Paulo, ela havia pregado o evangelho a toda criatura sob o céu (Cl 1.6,23), mas ao longo dos anos suas prioridades gradativamente se afastaram do seu zelo original.

Esmirna - Igreja PerseguidaO nome Esmirna se refere a mirra, e o processo de esmagamentousado para liberar sua fragrância simboliza a perseguição dos crentes. A igreja local chamada por esse nome e as igrejas que existiram durante a era da Igreja que ela representa (os séculos II e III) estavam entre as mais perseguidas em toda a história do cristianismo. Ditadores romanos de Nero a Diocleciano desencadearam várias ondas de perseguição, usndo o poder governamental em suas tentativas de destruir a Igreja. É um milagre de Deus que a Igreja não só tenha sobrevivido àquele período, mas também lutado, crescido e se espalhado pelo Império Romano. Assim como a mirra, quando a Igreja é esmagada com tribulações, a fragrância da sua fé é liberada. Nenhuma palavra de condenação foi expressa pelo nosso Senhor contra essa igreja. Ao contrário, a honrou e elogiou por seu sofrimento e pobreza. Essa cidade hoje é chamada Izmir, na atual Turquia. Policarpo, um convertido de João, pastoreou essa igreja até ser martirizado no ano 155.

Pérgamo - Igreja IndulgentePérgamo estava loclizada a cerca de 95km ai norte de Esmirna. Era um caldeirão de idolatria pagã. A igreja sofria tanto a investida de falsos apóstolos quanto daqueles que eram a favor de uma hierarquia extremamente poderosa de "apóstolos" e sacerdotes (os nicolaítas). Pérgamo era a capital romana da Ásia e o trono da autoridade pagã; portanto, "o trono de Satanás" estava lá. A igreja de Pérgamo era culpada de buscar agradar a sociedade ao seu redor em vez de ao Senhor, aplainando depois o caminho para a paganização da Igreja nos séculos que se seguiram. Elogios à parte, nosso Senhor a acusa de tolerar falsos mestres como os nicolaítas (Ap 2.6,15) e aqueles que ensinavam as doutrinas de Balaão (ver Nm 22-24). Pérgamo também tinha o maior altar do mundo a Zeus. Num sentido muito real, pode ter sido a capital do diabo para a propagação do paganismo. Muitas doutrinas pagãs foram introduzidas na Igreja durante esse período da história.

Tiatira - Igreja NegligenteA carta a Tiatira, uma cidade a cerca de 64km de Pérgamo, é a mais longa das sete cartas. Essa igreja parecia ter uma mulher como a Jezabel do Antigo Testamento, que trazia o culto pagão e grande imoralidade sexual para dentro da igreja (confira 1Rs18,19). A identidade dessa mulher de tiatira não é conhecida, exceto o fato de ser semelhante a Jezabel. As práticas pagãs introduzidas nessa igreja tipificam o paganismo e a superstição excessivos que muitas vezes influenciavam as igrejas medievais. Essa igreja foi condenada pelo nosso Senhor tanto por imoralidade como por idolatria.

Sardes - Igreja ImpotenteSardes era uma cidade rica, a 48km a sudeste de Tiatira. No século VI a.C., era uma das maiores cidades do mundo, governada pelo renomado Creso, chamado Midas pelos gregos e conhecido por seus tesouros de ouro. Contudo, a glória de Sardes era passada, pois a cidade caíra diante dos persas em 546 a.C. e dos gregos em 334 a.C. Em 17 d.C., Sardes foi destruída por um terremoto e reconstruída por Tibério César. A igreja em Sardes, como a cidade, estava em constante perigo de corrupção interna e colapso. Sua inclusão entre as sete pode melhor ser atribuída ao fato de qye muitas igrejas locais se assemelham a ela e que essa igreja melhor tipifica aquelas que começam bem, mas perdem seu fervor espiritual depois de uma ou duas gerações ecomeça a viver dos louros do passado. Tal era o caso de igreja moribunda de Sardes. Quando João escreveu o Apocalipse, essa igreja local que inicialmente estivera calcada no evangelho encontrava-se espiritualmente "morta". Isso claramente indica que João escreveu essas palavras muito depois da fundação da igreja, um dado importante para a datação do livro de Apocalipse.

Filadélfia - Igreja PerseveranteA cidade de Filadélfia era localizada a cerca de 45km de Sardes. Essa cidade foi fundada pelo rei Átalo em honra ao seu irmão e é conhecida como a "cidade do amor fraternal". Parece ter sido uma igreja fiel, pois o Senhor muito a elogiou, sem mencionar sequer uma palavra de reprovação relativa a ela. Tanto a igreja local quanto a era da Igreja que representa são caracterizadas pela "porta aberta". Muitos crêem que isso se refere à evangelização mundial que caracteriza igrejas crentes na Bíblia e voltadas para a obra missionária. Das sete igrejas descritas, Filadélfia é o modelo mais idela de uma igreja verdadeira.

Laodicéia - Igreja MornaEsta igreja era localizada a cerca de 64km de Filadélfia, em uma cidade rica, repleta de cultura e conhecimento gregos. A tradição cristã indica a relação primitiva entre Laodicéia e a igreja de Colossos. O apóstolo Paulo escreveu uma carta, que aparentemente foi perdida, à igreja de Laodicéia (Cl 4.16). A designação da igreja como "morna" é tirada do contraste das fontes termais da vizinha Hierápolis com as águas puras e frias de Colossos. Não há palavras de elogio para os mornos laodicenses. As igrejas "laodicenses" de hoje têm "a aparência de piedade, mas [negam] a eficácia dela" (2Tm 3.5) Em algumas igrejas, a Bíblia raramente é ensinada, e pecadores raramente se convertem a Cristo. Cristo ameaça rejeitar essa igreja apóstata, como se percebe com a figura de vomitar da boca. Embora a igreja seja rejeitada, aqueles indivíduos que crêem não o são. Uma igreja morna declara ser cristã, mas prega outro evangelho, baseado muitas vezes em obras. Dessa maneira, representa mal diante dos homens a pessoa de Cristo e a salvação que ele trouxe ao homem.


Resumo:

1ª) Éfeso - Representa o tempo em que a Igreja começou a perder o amor pela obra de Deus; é a igreja fria, logo após o tempo dos apóstolos.

2ª) Esmirna - Representa o tempo em que a Igreja começou a ser perseguida; é o tempo dos mártires, na grande perseguição do Império Romano.

3ª) Pérgamo - Representa o tempo em que a Igreja se aliou ao mundo, e o mundo entrou na Igreja. É o tempo da Igreja politiqueira e mundana na Idade Média.

4ª) Tiatira - Representa o tempo em que a Igreja se misturou à idolatria, quando muitos dos seus membros se entregaram à prostituição e passaram a cultuar os ídolos. É o tempo da Igreja na Idade Média, quando começou a adoração aos santos e aconteceu a infiltração de imagens nos templos (até hoje muitas igrejas que se dizem cristãs trazem essas marcas malignas da Idade Média).

5ª) Sardes - Representa o tempo em que Igreja esteve como morta, tendo apenas alguns poucos sobreviventes, que lutavam por um reavivamento. No final da Idade Média começou a Reforma dentro da Igreja, quando alguns começaram a despertar. Foi um tempo de muita luta e derramamento de sangue inocente.

6ª) Filadélfia - Representa a Igreja reavivada, logo após o nebuloso tempo da Idade Média. É a Igreja que recebeu a promessa de ser levada do mundo antes do domínio do Anticristo.

7ª) Laodicéia - Representa a pior das Igrejas. É a Igreja de hoje, super moderna, que tem substituído o culto a Deus por muitas coisas profanas. É a Igreja materialista e rica que acha que não precisa de mais nada. É a Igreja que colocou Jesus do lado de fora. Representa a última corrupção da igreja, pouco antes do Retorno de Cristo, nos dias atuais. Podemos dizer que atualmente há somente duas espécies de Igrejas no meio de tantas: A de Filadélfia e a de Laodicéia. Se nós estamos sabendo disso temos a grande responsabilidade de preservar a Igreja de Filadélfia e lutar contra a corrupção de Laodicéia.

Israel foi rejeitado por Deus?


Pergunta: "O pastor da minha igreja pregou que não há promessas na Bíblia para o Estado de Israel e que ele desaparecerá da Palestina da mesma maneira como os cruzados."
Resposta: Por quase dois mil anos ensinou-se em muitas igrejas que os judeus não tinham mais futuro, a não ser que se convertessem a Cristo. É certo que no decurso dos séculos judeus se converteram a Cristo. Mas isso não significa que Deus deixará de cumprir as promessas dadas a Seu povo Israel. Uma coisa não exclui a outra.
O apóstolo Paulo já foi confrontado com essa questão, pois ele escreveu aos romanos: "Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum!" (Rm 11.1). "...veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo..." (Rm 11.25-26).
Com o retorno dos judeus a Sião, Deus começa a voltar-se novamente para Israel: "Assim diz o Senhor Deus: No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então, farei que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares desertos. Lavrar-se-á a terra deserta, em vez de estar desolada aos olhos de todos os que passam. Dir-se-á: Esta terra desolada ficou como o jardim do Éden; as cidades desertas, desoladas e em ruínas estão fortificadas e habitadas... Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei" (Ez 36.33-35,25). "Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o Senhor, teu Deus" (Am 9.15).
E justamente isso acontece diante dos nossos olhos. Agora não se trata mais de algo em que devemos crer, mas de fatos que não podem ser ignorados. O retorno dos judeus de todo o mundo e o deserto que já está florescendo rebatem todas as pregações que rejeitam Israel.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 1999.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Happy Halloween?


"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6.12).
A origem do Halloween
O calendário da bruxaria resume-se no relacionamento da "Grande Deusa" (representada pela Lua e que nunca morre) com seu filho, o "Deus Chifrudo" (representado pelo Sol e que a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro).[1]
Na roda do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de Samhain (pronuncia-se "sou-en"). Nessa época tudo já floresceu e está perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): "O sol se debilita e o deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa."[2]
O que é Samhain? É uma palavra de origem celta para designar "O Senhor da Morte". Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a "Festa dos Mortos".
Alto lá! Então, os professores de inglês, ao desejarem um "Happy Halloween!", estão, na verdade, desejando um "feliz" Samhain? Ou seja, uma "feliz" festa dos mortos? Um "feliz" ano novo da bruxaria? Um "feliz" dia da morte do "Deus Chifrudo"?
Se todo esse pacote é oriundo da religião celta e foi incorporado às doutrinas da bruxaria moderna, então precisamos conhecer mais sobre os celtas.
Os celtas e o culto aos mortos
O que hoje chamamos de Halloween era o festival celta de Samhain, o "Deus dos Mortos".
É possível rastrear as origens das tribos celtas até a cultura de Túmulos da Idade do Bronze, que atingiu o seu apogeu por volta de 1200 a.C. Contudo, os celtas não figuram como povo distinto e identificável até a época do período de Hallstatt (dos séculos VII a VI a.C.).[3]
Durante o período de Hallstatt, os celtas espalharam-se pela Grã-Bretanha, Espanha e França. O ano novo deles começava no dia 1º de novembro. O festival iniciado na noite anterior homenageava Samhain, "O Senhor da Morte". Essa celebração marcava o início da estação de frio (no Hemisfério Norte), com menos períodos de sol e mais períodos de escuridão.
Os celtas acreditavam que durante as festividades de Samhain, os espíritos dos seus ancestrais sairiam dos campos gelados e dos túmulos para visitar suas casas e cabanas aquecidas. Os celtas criam que teriam de ser muito receptivos e agradáveis para com os espíritos, pois os bons espíritos supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles meses de inverno.
Os celtas tinham medo do Samhain. Para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.[4] Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades.
Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do "Senhor da Morte" era invocada para tais propósitos.
Um dos rituais para desvendar o futuro consistia da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer prognósticos acerca do novo ano que se iniciava. Essa prática ocultista aparece no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: "Porque o rei da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o fígado" (Ezequiel 21.21).
Oh! Então, quando os professores de inglês desejam "Happy Halloween!" à classe, estão indiretamente desejando que seus educandos façam negociatas com espíritos do mundo sobrenatural que supostamente controlam os processos da natureza. E mais: que seus pupilos apaziguem e acalmem os espíritos maus, pedindo proteção aos espíritos bons durante aquele novo ano.
Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa

Seduzidos pela Feitiçaria Chique


"Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus" (3 João 11).
Fiquei sabendo de uma festa de aniversário de uma pré-adolescente, filha de um grã-fino da alta sociedade inglesa, em que o tema foi "a feitiçaria". "Chique, não é mesmo?", sentenciavam alguns convidados.
Fiquei curioso e li mais sobre a matéria: muitos estavam fantasiados de personagens de vários seriados de TV, que defendem a bruxaria, outros de monstros e, claro, de Harry Potter e sua turma. Era tudo em um estilo elegante e havia até "zumbis". Não, não, a festa não ocorreu em uma santería cubana, nem em um terreiro de candomblé brasileiro e, tampouco, em uma casa de vodu haitiano. Esse fetichismo infantil foi realizado em uma casa luxuosa em Londres, com direito até a manobrista à porta para estacionar os carrões dos figurões que traziam seus filhos.
Hoje em dia, os feiticeiros estão presentes em inúmeros lugares: fantasiados nas ladeiras da cidade de Olinda durante o carnaval, nas telinhas das TVs e nos protestos globalizados pela paz mundial. Eles estão lá... muitas vezes tímidos freqüentadores de covens (grupos de pessoas que estudam e praticam a bruxaria) em sítios distantes dos centros urbanos. Outras vezes, exibidos e provocando aqueles que passam ao largo (com a mesma desenvoltura das prostitutas do "Bairro da Luz Vermelha", em Amsterdã).
A visibilidade deles se traduz como um novo status social – o da "feitiçaria chique"!
Em nossos dias, fetiches marcam culturalmente a identidade dos nossos adolescentes, mas afetam também suas vidas espirituais em pelo menos dois aspectos:
1. Familiarizando-se com o paganismo
Nossos adolescentes passaram a ser indiretamente apresentados ao ocultismo. Por exemplo, no livro e no filme Harry Potter e A Pedra Filosofal, aparece um cachorrão de três cabeças chamado "Fofo", que protege a entrada de uma câmara onde está contida a pedra filosofal. Qualquer um pode até presentear crianças com esse "Fofo" – ele está à venda, em pelúcia, em várias lojas nos shopping centers. As crianças podem levá-lo para casa e até dormir com ele nas suas próprias camas.
Coincidência ou não, na mitologia grega somos apresentados a "Cerberus", também um cachorrão de três cabeças que protege a entrada do Hades. Ambos, "Fofo" e "Cerberus", ficam calmos ao som de música. Nossos adolescentes, quando estudarem sobre "Cerberus", na mitologia grega, vão se lembrar do "Fofo" de Harry Potter. "Cerberus", porém, mata pessoas e não é, de forma alguma, uma criatura agradável. Chique? Claro que não. Tenebroso? Sim senhor!
A Bíblia nos adverte sobre o perigo de confundir o que é reto e luminoso com o que é perverso e escuro: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!" (Isaías 5.20).
2. Criando fantasias pagãs no imaginário das adolescentes
A cultura adolescente está sendo bombardeada pela bruxaria. Antes mesmo de surgir Harry Potter, elas já podiam assistir o filme Jovens Bruxas (1996). Ele tratava de jovens bruxas colegiais que acabam brigando entre si – é a "boa" contra a "má" bruxaria. Segundo a Bíblia, porém, bruxaria é sempre bruxaria, independente de ser "boa" ou "má", e é algo que devemos evitar.
Se a adolescente possui televisão a cabo, aí mesmo é que ela pode ser influenciada ou iniciada diariamente na feitiçaria e no modo de vida da wicca (nome moderno da bruxaria). Há vários seriados onde as heroínas são bruxas adolescentes bonitas e agradáveis: Sabrina, Aprendiz de Feiticeira; Charmed; Buffy, a Caça-Vampiros, entre outros.
"Ser bruxa é chique e legal", fantasiam nossas adolescentes após assistirem tais seriados. Muitas vezes querem imitá-las, procuram mudar de identidade para serem mais aceitas pela sua turma, entusiasmam-se e passam a ler mais e a estudar com afinco sobre a wicca. Ninguém precisa mais caçar bruxas, elas estão na nossa vizinhança e, às vezes, na nossa própria família. Muitas crianças estão cegas e sendo iniciadas prematuramente no paganismo através de filmes, jogos, modas, TV, internet e muitos livros de incentivo à bruxaria.
Conclusão:
Satanás é um vampiro da psique humana. Ele nos seduz, ilude e depois mata. Na Bíblia Sagrada, feitiçaria é uma espiritualidade associada às obras da carne e jamais à vida no Espírito. Lemos: "não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5.20-21).
Portanto, é das mentes dos nossos adolescentes que o inimigo quer se apossar. O Diabo quer desestabilizar a lucidez espiritual dos nossos jovens e plantar nas mentes mais frágeis o interesse, ainda que aparentemente ingênuo, pela "chiquérrima" espiritualidade wiccana.
Assim sendo, cientes de que nossos filhos podem estar sendo indiretamente aprendizes de feiticeiros e que estamos vendo uma nova geração de cananeus chiques surgindo no planeta, não temos tempo a perder!
Inculquemos nas nossas mentes e nas dos nossos filhos o amor genuíno por Deus e, "finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe os vosso pensamento" (Filipenses 4.8).
Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Namoro Cristão


Como ser puros em dias nos quais a sexualidade é tão explorada? Não é muito fácil! Hora após horas nos deparamos com o diabo oferecendo um cardápio “convidativo”, mexendo com nossos sentidos. Ao ligarmos a TV, lá está o maligno usando o erotismo com toda as suas forças; sãos as novelas e os filmes pornográficos (inclusive, o servo de Deus não deve assistir novelas ou filmes pornô); os programas humorísticos, são verdadeiros exploradores da sexualidade; nas revistas mulheres seminuas são tratadas como mercadorias à venda na feira e nas propagandas o nudismo vende de arroz a carros importados; na escola é o assunto das rodinhas de “amigos” que influenciam a muitos que se dizem “crentes”; no trabalho, é o assunto preferido dos companheiros e até na igreja os relacionamentos entre os jovens são imorais à semelhança do mundo.


A resposta de como ser puros neste mundo e:


"Guarda-te para que não sejas também tentado”. Gl 6.1


Este é o mandamento deixando por Deus a todos, sejam jovens ou anciãos!É preciso ser cheio do Espírito Santo, andar em santidade, retidão e com o coração transbordando de amor pelo Eterno, este amor nos constrange a vivermos segundo os Seus preceitos. É provável que o nosso amor pelo Pai, nos colocará em algumas situações difícil, em relação à vida social ou mesmo profissional.


“Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça...” Mt 6.33


“Ninguém pode servir a dois senhores; ... Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Mt 6.24


Amados do Senhor, melhor é servir a Deus exclusivamente, buscando colocá-Lo em primeiro lugar em todos os aspectos de nossa vida. Primeiro a vontade de Deus, em seguida a nossa! Assim deve ser a vida do Servo.
Servo de Deus: Padrão, Modelo (1º Tm 4.12 e Tt 2.7)
O diabo sabiamente através de muitos canais tem ensinado que a juventude precisa aproveitar a vida, curti-la ao máximo; e nessa idéia louca, muitos pratos são apresentados, em seu interior manjares com aromas agradáveis e aparência que enche os olhos tem seduzido a muitos, destruindo totalmente as vidas.
Infelizmente é a conseqüência do pecado, da inobservância das orientações do Senhor; queensina-nos a dizer não ao mundo.


O maligno tem sabido manipular com grande astúcia aos homens e dissimuladamente planta em suas mentes, vazias do Espírito Santo, a aparência do mundo. Leva ao homem a pensar segundo os princípios da terra e a assimilar suas práticas. É comum encontrarmos nas igrejas pessoas que se dizem “crentes”, porém, tão envolvidos com o mundo e seus costumes que infelizmente é impossível vê-los como padrão ou modelo de alguma coisa boa. Sãos homens com longos cabelos e mulheres tosquiadas; piercing; tatuagens; roupas, músicas, linguagem comuns aos filhos das trevas; mente depravada; adeptos da masturbação e de relacionamentos nos quais a sensualidade vem à tona; seguidores de homens e de seus costumes. Meu Deus, é uma juventude dura, fria e doente.


Como ser modelo assim? Onde estão os “Timóteos” da casa do Senhor? Tm 1.18


Servos de Deus: Santos (1Co 6.13b; Cl 3.5; Sl 119.9)


Quando o Senhor chamou o homem para junto de Si, deu-lhe um mandamento: "sede santos, como Eu sou" (1Pe 1.16)


A vida “santa” (segundo preceitos da lei divina) é a condição principal para a vitória diante do diabo e seus demônios. A santidade nos reveste com a armadura do Senhor, protegendo-nos do toque do maligno, de sua espada e dardos. Viver em santidade é morrer para o mundo, afastar-se do pecado e entronizar na vida o Senhor Jesus, obedecendo-O incondicionalmente até às últimas conseqüências. É impossível ser santo e continuar nas práticas comuns aos filhos das trevas! Se continuares a ter prazer em tais práticas, com certeza, o Senhor não tem prazer em tua vida!Ame o Senhor acima de todas as coisas!


Servo de Deus: Puro no Namoro (Dt 7.3,4; 2Co 6.14)


A preocupação com o namoro e até mesmo a sua prática é totalmente dispensável, quando nos deixamos guiar e olhamos as coisas com a visão do Espírito de Deus; afinal, somos participantes da providência divina. É preciso que tenhamos em mente, que o Senhor nos conhece e tem um carinho especial para com cada um de Seus servos. Nada acontece por acaso; acasos não existem para Deus! Bom e sabermos esperar, pois, no devido tempo, conforme a Sua vontade será providenciada a pessoa certa para companheiro(a). Esta busca louca, desenfreada pela "cara metade" é uma distorção da vontade de Deus. É um meio de alimentar a carne com os atos impuros que normalmente há nos namoros; vergonhosamente isto acontece entre os cristãos.Infelizmente, o diabo tem aproveitado esta brecha para entrar e agir no meio da juventude; os costumes e atos são semelhantes aos dos ímpios. “Ficar” (antigamente: paquerar) é uma prática inconcebível ao servo de Deus; em si mesma, denota que é um relacionamento apenas para a alegria da carne, a impureza e sensualidade exacerbada são comuns.


Cada vez é mais comum, encontrarmos em congressos e acampamentos de jovens os casais relâmpagos, que se formam e separa-se em apenas algumas horas! Na vida do verdadeiro servo de Deus não há lugar para isso.
Pais amados, ensine e aconselhe seus filhos a andarem nos caminhos da santidade!


Servos de Deus: Fiel ao Senhor (Rm 8.39)


Nos últimos anos muitos conceitos foram mudados e entraram em choque com os princípios bíblicos e outros ainda serão reformulados. A juventude foi atingida em cheio, encontra-se vivendo em um mundo preparado para o pecado, no entanto devem ser santos. O apelo a pecar é muitoforte e muitos falham, deixa-se levar.


A virgindade, por exemplo, deixou de ser uma honra e tornou-se vergonha. Adolescentes são questionados quanto a serem virgens e são escarnecidos quando admitem que são! Porque a zombaria? A resposta é simples: Vivemos num mundo dominado pelas forças malignas. E a idéia principal do rei do mundo é destruir o homem.


Lamento, ver que até mesmo a igreja tem incorporado como normal muitas ações comuns ao mundo! São as reuniões “sociais” e algumas idéias insanas que as afastam do Pai.
Os namoros impuros, cheio de prazeres da carne, são formas claras e evidentes da infidelidade ao Senhor (Mt 5.28; 1Ts 4.1-8; 2Pe 2.13). Geralmente, estes relacionamentos culminam na fornicação (1Co 7.2; 6.9; Gl 5.19). É uma tragédia na vida de qualquer jovem. Fugir do pecado é uma forma sábia de agir.
Servo de Deus: Foge (2Tm 2.22)


Paulo cheio do Espírito Santo, aconselhou a Timóteo dizendo: "Foge das paixões da mocidade". É um conselho completo para você, de fácil entendimento: Foge do pecado! Foge!
O Espírito de Deus está dizendo: Evite as companhias que não edificam e o induzem ao pecado! Não freqüentes lugares, onde o Senhor não entraria!


Uma auto-pergunta: “O Senhor Jesus agiria assim?”


E Lembre-se: "de todas as coisas o Senhor te pedirá conta”. Ec 11.9


Boletim médico das últimas horas de Jesus Cristo

O estudo médico legal é completamente a favor do relato bíblico e a historia dos evangelhos.



ROMA – Os evangelhos não possuem apenas um valor teológico, mas ao narrar a paixão de Jesus, fornecem dados para "um verdadeiro boletim médico" que nos permite de reconstruir em termos clínicos, as últimas horas da vida de Cristo; é esta a tese que o Professor Pierluigi Baima Bollone, diretor do Instituto de Medicina Legal da Universidade de Torino –Itália, relata em seu último livro, "Os últimos dias de Cristo". Em uma entrevista ao cotidiano "Avvenire", Baima Bollone, explica de ter lido diversas vezes os relatos dos evangelhos, - em especial o de Lucas, que havia conhecimento médico – para poder reconstruir os sofrimentos de Jesus, que vai da noite escura no Jardim do Getsemani até Sua morte na cruz, afirmando que "o estudo médico legal é completamente a favor do relato bíblico e historia dos evangelhos". O especialista torinense reconstruiu a ficha clinica de Jesus, que desde menino houve um "desenvolvimento normal e harmônico", como demonstra as longas viagens que fazia junto aos seus pais, e que ao retornar a Jerusalém, adulto, "tinha uma boa saúde, mas estava um pouco magro", e de fato os fariseus o confundiam como alguém que tivesse 50 anos. No horto do Getsemani, afirma Prof. Baima Bollone, Jesus manifesta alguns dos 16 sintomas típicos da "síndrome do pânico", que "não indica apenas um simples estado de medo, mas um profundo resultado de vários sofrimentos". Ao suor, junta-se o desejo de fugir, o medo de morrer, a queda por terra e a angustia, que por fim, se transformam em suor de gotas de sangue, das quais falam os evangelhos, tudo isto perfeitamente explicável pela medicina como um total trabalho neurovegetativo. Portanto diante de Caifas, a reação de Jesus, quando diz: "tu dizes" em resposta as perguntas do sumo sacerdote, demonstram, segundo Baima Bollone, como o interrogado "sob forte stress, tende a declarar a sua visão dos fatos, para reabilitar-se das falsas acusações e recuperar o senso de auto estima". A este stress psicológico se somam às torturas físicas: os extenuantes interrogatórios, as pancadas dos soldados, a violência das 39 flagelações e o arrancar das vestes, que segundo o estudioso italiano, "deve ter provocado o mesmo efeito de quando se arranca com violência, um curativo de um ferimento ainda aberto". Quanto a causa final da morte de Jesus, Baima Bollone, pensa que tenha sido provavelmente "asfixia, complicada por ataque cardíaco terminal, e trombose coronária" ocorridas depois de poucas horas sobre a cruz, pois "Jesus se encontrava fraco, devido as torturas recebidas". Todos estes dados são perfeitamente compatíveis com o que se lê nos evangelhos.


Jornal "La Republica" de circulação na Europa N° 31.05.1999 pag 21 Tradução do texto: Pastor Valmir Farinelli - pastor e missionário em Siracusa - Itália

42 famílias no Brasil têm chips no corpo

Há um ano, quando veio à tona a primeira notícia de implante de chip de monitoramento sob a pele no Brasil, a idéia parecia polêmica, assustadora e cara demais para se tornar objeto do desejo coletivo. Na época, existiam 42 famílias no Brasil usando o chip subcutâneo e 2 mil na fila de espera por uma oportunidade.
De lá para cá, a novidade ganhou força, pelo menos no que diz respeito ao interesse das pessoas. O número de famílias com chips implantados continua o mesmo, 42, mas, atualmente, há 11 mil famílias interessadas em colocar o chip, segundo dados da RCI First Security Intelligency Advising, empresa que monitora os implantes. “O número de famílias incluídas na lista de espera mais do que quadruplicou em apenas um ano. O motivo da procura continua a ser o medo à violência”, diz Ricardo Chilelli, diretor presidente da RCI e responsável pelo monitoramento do chip no País.
O implante custa US$ 10 mil e é preciso desembolsar mensalmente uma taxa do serviço de segurança, que varia de US$ 200 a US$ 800. A base de monitoramento da RCI fica nos Estados Unidos, de onde é possível rastrear pessoas em todo o mundo.
Por enquanto, o implante é feito apenas nos EUA, que registrou a tecnologia como experimental. “Estamos esperando a regulamentação oficial do órgão americano FDA (Food and Drug Administration) para entrar com um pedido de registro da tecnologia aqui, na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, explica Chilelli. Ele diz que o fato do implante ser realizado no exterior dificulta o crescimento do número efetivo de chips implantados. “Mal ou bem, as pessoas pensam duas vezes na hora de fazer uma operação no exterior”, completa.
A Anvisa foi contatada pelo WNews e confirmou que, até agora, não houve qualquer pedido de regulamentação desta tecnologia. Segundo a assessoria de imprensa da Agência, as discussões sobre o registro de qualquer tecnologia envolvem a análise de profissionais de diversas áreas e um longo processo burocrático. Para dar início a este processo, no entanto, é preciso, antes, que haja um pedido de regulamentação.

Existem dois tipos de chips subcutâneos. O primeiro, conhecido como passivo, guarda informações e dados pessoais. Normalmente é utilizado para armazenar dados médicos. O dispositivo permite identificar, por exemplo, pacientes cardíacos ou com Alzheimer, assim que eles entram em um hospital - isto é, se o hospital tem estrutura para “ler” as informações contidas no chip. No Brasil, essa forma de tecnologia já é usada em alguns rebanhos de gado.
O outro tipo, chamado de ativo, pode ser usado, entre outras funções, para monitorar movimentos de pessoas. É implantado sob a pele com uma seringa e fica dentro de uma cápsula de vidro do tamanho de um grão de arroz. No caso do modelo usado pelo RCI, trata-se de uma etiqueta eletrônica avançada, que utiliza a tecnologia de localização por satélite GPS (Global Positioning System) para fazer o rastreamento do usuário.
Quando o implante é realizado, o usuário define uma região geográfica por onde pode circular. Caso a pessoa saia da área determinada sem avisar à base de monitoramento ou à família, começa o processo de busca, que envolve, inclusive, uma equipe de segurança procurando em campo. “As 42 famílias que têm o chip implantado aqui no Brasil estão entre as mais abastadas do País. Elas necessitam de monitoramento 24 horas devido a risco de seqüestro, por exemplo”, completa Chilelli.
Há, porém, uma série de riscos envolvidos no processo de inserção do localizador em um ser humano. “Há chances de rejeição e inflamação que precisam ser levadas em conta”, lembra Carmen Silva Betuzzo, presidente da Comissão de Ética em Pesquisa da Unicamp (Universidade de Campinas). “Além da questão ética”, completa a médica, vinculando o assunto ao direito à privacidade.

Mas não é apenas para monitoramento que os chips são úteis. Em Barcelona, na Espanha, a casa noturna a Baja Beach Club criou o sistema de implante de chip com uma seringa na pele de cada cliente. O microprocessador Verichip emite sinais de rádio (RFID) e tem um código único, como se fosse um RG. Tudo o que é consumido na balada é registrado no chip. No final da noite, basta passar diante de um leitor e a conta é calculada.
No Japão, o chip pode substituir a velha lista de presença dos colégios. Uma escola de Ensino Fundamental de Rikkyo implantou desde outubro de 2004 uma etiqueta eletrônica desenvolvida pela empresa Fujistsu, que utiliza a tecnologia de identificação por radiofreqüência (RFID). Quando o aluno passa pelo portão de entrada da escola, um sensor detecta a etiqueta. O sistema identifica o aluno e envia um e-mail para o celular dos pais automaticamente, avisando que ele chegou à escola.

A tecnologia RFID, abreviação em inglês para identificação via radiofreqüência, permite a emissão constante do sinal de rádio, o que possibilita saber, a qualquer momento, onde está a pessoa “chipada”. Este monitoramento em tempo real é a febre na indústria da segurança e uma arma contra seqüestros. No entanto, pode representar o fim da privacidade.
O RFID deve substituir o código de barras, padrão mundial usado para identificar mercadorias. Há duas razões que justificam essa migração. A primeira é que, com um leitor que capta ondas à distância, evita-se o manuseio do produto. A segunda é que um chip de radiofrequência tem 96 campos para se preencher com letras, números e símbolos. No código de barras há apenas 14 disponíveis. Mais campos significam mais combinações para identificar cada produto ou pessoas.

** CAMPANHA DE ORAÇÃO PARA OS MESES DE SETEMBRO E OUTUBRO **

Sabemos que nos meses de Setembro e Outubro são realizados muitos eventos e rituais satânicos. Por isso estamos convocando a todos para uma campanha de oração (mesmo que ore sozinho, participe!).
Principais datas para os satanistas e bruxos:
1. 23/09 (primavera/astaroth)
2. 31/10 (halloween/sabbath/lucifer)
3. 02/11 (finados)

MOTIVOS DE ORAÇÃO PARA OS MESES DE SETEMBRO E OUTUBRO:
*Frustração e destruição de todo ritual e reunião satânica.
*Frustração e quebra de todo intento e estratégia maligna.
*A conversão de satanistas e bruxos, através do poder do Espírito Santo.
*Declarar Jesus Cristo como sendo o Senhor único do Brasil.
*Quebra de toda imoralidade e pecaminosidade no Brasil e declaração de santidade na nação.
*Santificação própria, lutando contra pecados e contra: orgulho, egoísmo e inveja.
*Pela união das igrejas, dos ministérios, dos líderes e dos evangélicos, independente de denominação, tradição, religiosidade ou qualquer outro fator.
*Pelo fim do caos aéreo.
*Que toda a influência maligna que a mídia derrama todos os dias, seja nos jornais, TV, rádio, possa ser neutralizada, e suas sementes queimadas, para que não frutifiquem.
*Pelo fortalecimento e valorização da família, a base da sociedade.
*Pela santificação da nação dos Estados Unidos da América, a que mais exporta pecados, imoralidade, medo e satanismo para o mundo todo.

OREM, JEJUEM, VIGIEM, DIVULGUEM!

Universidade Estadual da Paraíba promove blasfêmia!

MAAC faz exposição com personagens bíblicos em cenas de sexo e prostituição.
Em Campina Grande - PB, o Museu de Arte Assis Chateaubriand (MAAC) expõe até 21 de Setembro a mostra “A César o que e de César”. O museu pertence a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). As queixas que a mostra causou, ainda não levaram o governador, Cássio Cunha Lima PSDB/PB, e a reitora, Marilene Alves, a tomarem providências. A blasfêmia continua, patrocinada pelo dinheiro público e de incontáveis cidadãos.
É uma exposição com 24 obras imorais. Pior ainda! É uma exposição com conteúdo blasfemo, como o quadro mostrando os apóstolos em relações homossexuais. A obra “Jesus e Madalena” atenta contra a dignidade de Jesus Cristo e de Maria Madalena retratando-os numa relação sexual.
Apesar da gravidade do fato que me conste, nenhum meio de comunicação fez referência ao conteúdo blasfemo dessa exposição. Por isso, tomei a iniciativa de enviar-lhe este e-mail.
Também estou enviando esta informação às autoridades religiosas do estado e do Brasil inteiro, às autoridades civis, federais e estaduais, aos meios de comunicação e às autoridades da UEPB.
Até quando continuará essa ofensa gratuita à fé cristã da grande maioria dos brasileiros?
Infelizmente, este fato não é isolado e, quem sabe, faz parte de uma onda de blasfêmias anticristãs que percorre o mundo, incluindo o livro “O Código da Vinci”.
Estão em anexo, noticias dos jornais locais e o telefone e e-mail da reitora, Marilene Alves , e do governador, Cássio Cunha Lima PSDB/PB, nos quais aqueles que desejarem poderão deixar seu protesto.
Por favor, se você também está indignado e cansado do silêncio ante a desmoralização pública da fé, cobre das autoridades religiosas e civis medidas para fazer cessar esta ofensa gratuita.

Frases e pensamentos




"O nosso sonho é de ver uma só igreja e eu não estou falando de utopia barata, estou falando do que é bíblico; uma só fé, um só corpo, um só Senhor! ... o nosso sonho é estar em unidade com todos os grupos, sem exceção." (Fábio de Carvalho)


"Não cabe em minha “identidade” cristã, a indiferença... Pelo contrário, um senso de “ira” e um não conformismo com esse mundo; forte o suficiente para me inflamar e me consumir numa espécie de “inadequação profética”. Um misto de santidade e revolução. Aquelas mesmas atitudes que a galera do bem, vista na Bíblia, tinha, ao se deparar com as constantes 'celebrações do caos e do fim'!" (Fábio Carvalho)

Convocação nacional


15 de novembro de 2007
Vamos orar pelo Rio de Janeiro


No dia 15 de novembro de 2007, reúna com os irmãos em sua igreja, ou em casa com sua família, e vamos todos juntos fazer uma grande concentração nacional em favor da paz. Vamos orar ao Senhor Jesus, o príncipe da paz, pela cidade do Rio de Janeiro.A cidade do Rio de Janeiro vem sofrendo com o problema da violência. Oremos para que o Senhor com a sua abundante misericórdia traga a salvação para os cariocas. Ouve, Senhor, o clamor da Igreja!


Motivos de Oração- Para que a paz encontre abrigo nos corações das pessoas e na cidade.- Pelo povo que têm sofrido com a situação de violência na cidade.- Pelo fim da miséria, da desigualdade social e da inércia política.- Pelo crescimento econômico e da qualidade de vida para todos.- Pela igrejas.- Pela libertação daqueles que têm sido escravizados pelo diabo.- Para que todos os cariocas conheçam a salvação em Cristo Jesus.Igrejas participantes:


- Igreja Batista do Povo - São Paulo (SP)


- Igreja Batista da Lagoinha - Belo Horizonte (MG)


- Min. Ichthus/Igreja Diferente - Belo Horizonte (MG)


- Com. Batista Missão da Fé - Belo Horizonte (MG)


- Pregando a Palavra - Belo Horizonte (MG)


- Igreja Batista Peniel - Santos (SP)


- Marcelo Viana Garzaro - Mauá (SP)


- Igreja Evangélica Apostólica - Pinhais (PR)



ICHTHUS


ICTUS, ICThUS, Ichthys, ikhthus ou IChThUS (ΙΧΘΥΣ) é a tradução no grego antigo para peixe. Esta palavra foi considerada pelos cristãos primitivos como um acróstico da expressão Iesus Christos Theou Uios Soter, que quer dizer Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador. Atualmente o peixe é o símbolo da igreja cristã primitiva, e continua sendo usado por algumas denominações cristãs da atualidade.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

O Jovem que prevalece

"Eu escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno." (I João 2:14)Ao estudarmos todo o contexto deste versículo, poderemos observar que a Palavra nos ensina sobre três níveis de maturidade espiritual: filhinhos, jovens e pais. Grande parte da primeira carta de João é direcionada aos filhinhos, com o objetivo de lhes fortalecer a fé, exortar a respeito do mundo e de seus prazeres, e lhes estimular a respeito da fé e do amor. Há também uma declaração sobre os pais, eles conhecem a Deus, não só de ouvir falar, mas de andar com Ele. São maduros espiritual e emocionalmente. Mas há também uma forte declaração sobre os jovens. E deles se diz que são fortes, tem a Palavra de Deus permanente em si e tem vencido o maligno. Mas, será que nós jovens, nos encaixamos nesta palavra? Seja sincero! Você se considera um jovem forte no Senhor? A Palavra de Deus está sempre presente em todas as circunstâncias da sua vida? O diabo passa um 'cortado' com você ou é você quem passa um 'cortado' com ele? Quero compartilhar com você esta palavra, que tem despertado o coração de muitos jovens entre nós.A primeira afirmação é que nós jovens, somos fortes. É certo que a força descrita aqui não se trata da força humana, carnal, mas sim de uma força divina, espiritual. E ninguém nasce com força, isto é algo que deve ser adquirido. Observe um halterofilista, quantos quilos ele não pode erguer com sua força?! Mas lembre-se, ele não nasceu assim, teve que exercitar muito, gastar muito tempo na academia. Assim também nós, no dia em que recebemos a Jesus, recebemos uma porção de força, e agora compete a nós desenvolvermos esta força. Você tem força, mas creia, ela tem um limite. Se o Senhor tem proporcionado situações e circunstâncias para você, situações e circunstâncias que você não se sente forte o bastante para suportar, creia que Ele estará com você. Enfrente a situação e você perceberá força sendo gerada, força sendo desenvolvida; Ele te dará uma porção maior de força. Esta é a academia de Deus, e assim nossas forças serão desenvolvidas plenamente. Mas tenha clareza de algo, ser forte no Senhor, não significa nunca cair. Mas ser forte no Senhor significa permanecer lutando.A segunda afirmação é que nós jovens, temos a Palavra de Deus permanente em nós. O Verbo de Deus, ou, a Palavra de Deus, é Jesus Cristo. Ele é o Verbo vivo, a Palavra viva. Muitos dizem que estão cheios da Palavra porque leram um ou dois capítulos da Bíblia, e isso não está errado, mas o fato é que em tempos de provação e lutas, estes capítulos terão de funcionar, e da prova, terão que sair aprovados, e da luta, vencedores. Muitas vezes não é isso que acontece. Porque tomamos a Palavra apenas como 'Bíblia', e não como Palavra viva de Deus, Palavra revelada, alimento para nosso espírito. Creia todos os jovens que tomam a Palavra de Deus desta forma a terão permanente em si. Na prova, sairão aprovados, na luta saíram triunfantes. Pois Jesus, a Palavra viva, foi tomado como vida e alimento para dentro de seu espírito, tornando-se assim a Palavra de Deus permanente em si. Porém, a permanência da Palavra em nós, dependerá de nossa permanência, constância e perseverança nela.A terceira afirmação é que nós jovens, já vencemos o maligno. Talvez não esteja sendo esta sua experiência - vencendo o maligno. E pode até ser, que você esteja sendo vencido por ele. Vencer o maligno, fala de confronto, de guerra espiritual, de combate. Não combatemos o maligno assentados no sofá de casa, assistindo BBB e comendo pipoca, "mó down". Este com certeza têm experimentado derrota. O Senhor Jesus venceu o maligno na cruz. Adivinha?! Nós só podemos vencer o maligno tendo uma vida de cruz. E a maneira mais prática para se viver vida de cruz, é nos relacionando. Afinal, cruz é preferir o outro em honra, é não visar seus próprios interesses, é sofrer o dano, e amar sem fingimento quem quer que seja. Queremos vencer o maligno? Então vamos tomar nossa cruz e seguir as pisadas daquele que nos fez mais que vencedores - Jesus Cristo, nosso Senhor.Que Deus abençoe sua vida!


“Eu creio no Cristianismo como creio que o sol nasceu, não só porque o vejo, mas porque por ele vejo todo o resto.” (C.S. Lewis)

O propósito de Deus para o tempo presente


Seria proveitoso se nos recordássemos a natureza especial desta dispensação, que compreende o período que vai desde a ascensão do Senhor até sua volta. E é bom que recordemos (pois, é uma tragédia que não tenha sido recordado continuamente ao povo do Senhor ao longo desta dispensação) que nesta geração – nesta dispensação – a preocupação principal de Deus com relação a este mundo é tirar algo fora dele... e não fazer algo com ele, nem ter algo nele ou que proceda dele.Até que cheguemos a ver com clareza este assunto, estaremos confundidos em qualquer outro assunto relacionado com o Senhor: Seja este sua obra, seu propósito, ou nossa vida em comunhão com ele.O Senhor está proeminentemente ocupado em tirar algo fora deste mundo. Tudo o mais não é senão uma preparação deste mundo para o juízo. Quando a atividade de Deus acabar, ao “tirar esse algo” fora da terra, então tomará lugar o juízo deste mundo. Portanto, todas as idéias a respeito de melhorar este mundo e estabelecer um pouco de Deus nele, como parte dele – estabelecendo aqui algo para Deus – são idéias falsas que conduzirão a muitos erros e, com o tempo, a uma completa desilusão. Em conexão com a atividade primária de Deus na presente dispensação, o próximo assunto que temos que recordar é que esta extração desde a terra é algo principalmente espiritual. Verdadeiramente, o Senhor tem tirado o seu povo literalmente fora deste mundo de geração em geração, e terá – ao final – uma literal e poderosa saída do resto daqueles que esperam sua aparição. Mas, a saída ao longo da presente dispensação é principalmente uma coisa espiritual. A dimensão literal ou física dela não será senão o termo de uma fase.Este “ser tirados” ocorre espiritualmente, em primeiro lugar, através de uma crise a crise do novo nascimento – quando nos damos conta de que nascemos de outro reino e que já não continuamos pertencendo a este mundo. Pois na realidade mais profunda de nosso ser, por meio de um novo nascimento, já não somos desta terra senão de acima. Esta é a crise que nos tira fora deste mundo. Depois, em segundo lugar, esta crise, extração, redenção ou emancipação (qualquer que seja a expressão que você prefira) é um assunto espiritual. É, em certo sentido, uma peregrinação; um movimento progressivo. E, enquanto caminhamos com o Senhor pelo verdadeiro caminho somos levados num sentido espiritual, mais e mais longe deste mundo. Estas são verdades simples e elementares, nenhuma delas nova, mas que precisam ser enfatizadas como uma forma de estabelecer o fundamental.O que permanece de Deus neste mundo está aqui com três propósitos. Referimo-nos agora ao que veio por meio da crise, está em processo, mas está aqui ainda (aqui, ainda não como parte desta terra). Enquanto isso permanece, apresenta-se com três propósitos que apontam por sua vez em três direções diferentes: em primeiro lugar, para Deus; em segundo lugar, para si mesmo; e, em terceiro lugar, para o mundo.O propósito dirigido para Deus, por cuja razão estamos aqui, é a representação dos direitos de Deus na terra. Tal como Davi, que, conduzido fora de seu reino e longe de Jerusalém, enviou de regresso a Jerusalém ao sacerdote Sadoque com o Arca, como um depoimento de que esse era seu lugar e de que ele regressaria ali um dia. Portanto, o Senhor, quem foi conduzido fora deste mundo, põe aqui estrategicamente seu povo em relação com ele mesmo e em representação de seus direitos. Em conseqüência, somos chamados a permanecer deliberadamente aqui, sobre esta terra, contra as reclamações do usurpador, como um desafio às pretensões do demônio de ser o príncipe deste mundo, a favor dos direitos daquele cujo direito é reinar. Simplesmente permanecemos aqui voltados para ele com este propósito.Em referência ao aspecto deste propósito, que aponta às coisas de Deus que estão aqui, seu objetivo é a aprendizagem da verdadeira natureza do que pertence a Deus. Nos deixa sobre esta terra pelo tempo todo de nossa permanência no meio de outras coisas, com o objetivo de educar-nos. E nossa educação está orientada à aprendizagem de qual é a natureza do que é de Deus. Temos muitas lições por aprender. E temos muitos assuntos por conhecer, tais como a diferença entre o que é de Deus e o que é do homem; o que é de Adão e o que é de Cristo; o que é da terra e o que é do céu; o que é da carne e o que é do Espírito... e nossa educação se estende nesta direção.Isto é algo muito prático e experimental. Se você e eu fôssemos levados repentinamente ao céu; vale dizer, se uma vez salvos fôssemos transplantados imediatamente ao céu, teríamos que conhecer completa e imediatamente a natureza de tudo o que é de Deus. Mas, deveríamos conhecê-lo de uma forma que agora não o fazemos. Para expressá-lo de outra maneira, agora estamos conhecendo-o de uma forma que não poderíamos fazê-lo se aquilo acontecesse. Depois, nosso objetivo deveria ser conhecê-lo, como algo que demanda tudo de nossa parte, até onde só podemos entrar dessa maneira. Mais, conduzidos aqui entre elementos em conflito, estamos aprendendo-o de uma maneira experimental. Isto é, sendo lavrados interiormente por meio de sofrimentos, contradições, disciplinas e um grande acumulo de história interior. Isto é, sendo lavrados para dentro de nosso próprio ser, pois esta é a forma em que Deus ensina a seu povo. É a mais frutífera das formas; caso contrário, ele teria adotado outro método.Depois, temos a dimensão orientada para o homem daquilo que está aqui de Deus, cujo assunto é o testemunho e suas testemunhas. Estas duas palavras não significam o mesmo. A testemunha é o instrumento mesmo; o testemunho é aquilo que a testemunha entrega. O Senhor deve ter aqui algo que seja a encarnação da verdade; e que, sendo dita encarnação, entregue a verdade. Esta é a diferença entre a testemunha e o testemunho. E nós estamos aqui na terra, dirigidos para os homens e para o mundo, com este propósito: Ser a encarnação e a expressão da verdade. Portanto, observe você isto, enquanto o Senhor deixa o que é estrita e essencialmente seu aqui por um tempo, ele não quer que o seu se estabeleça – e se consolide – para converter-se em parte do presente estado de coisas. Aquilo está aqui somente por razão de seu divino propósito. Quando este propósito tenha atingido o ponto em que o Senhor considere, em sua exclusiva sabedoria e soberania, que o melhor para seu vaso é de que seja transplantado ao céu, então ele atuará em conformidade.Tudo isto se encontra sintetizado em duas características da vida de Cristo:
a) Ainda que estava no mundo, não era do mundo. Durante essa breve permanência aqui, ele tinha abraçado todas as leis de uma vida que se vive em relação com o céu e não em relação com esta terra. Seu lugar, enquanto vivia aqui, estava no seio do Pai (com Deus, e não neste mundo). Ele viveu por meio das leis dessa relação, e o fez assim para mostrar ao futuro o fato de que o homem é chamado a viver para Deus. É verdade que ele era Deus. Essa não é a questão pelo momento. Mais bem, enfatizamos o outro lado para compreender porquê era necessário que ele vivesse aqui; e isto, para estabelecer, adiante, o fato de que o homem pode ainda viver sobre a terra e ser governado por leis que, sendo obedecidas, o farão algo mais do que um homem deste mundo. Isto pode soar complicado, mas pode resolver-se num fato singelo: Ele viveu como um homem neste mundo, ainda que não foi parte dele. E para fazê-lo, ele teve que se mover, governado por leis que não eram as leis deste mundo senão as leis do céu. Esta é uma fase de sua vida que sintetiza o que viemos dizendo.b) Ainda que está no céu, ainda está expressando sua vida celestial na igreja por meio do Espírito Santo. Tudo está reunido nisto. O Espírito Santo foi enviado com o objetivo primordial de reproduzir a Cristo na igreja e, deste modo, constituir à igreja num Homem Celestial conforme a Cristo. Assim, para nós se volta imprescindível conhecer que é a vida no Espírito. Aquilo que o Senhor está procurando em forma preeminente durante esta geração é um povo espiritual que se encontre em posse de um conhecimento, um entendimento e uma percepção dele mesmo, o qual é um assunto inteiramente diferente de tudo quanto possui o homem natural... e que, em conseqüência, será aquilo que vai permanecer quando tudo o mais se for (e perdurará através de todas a provas e todas as dificuldades). É o conhecimento interior de Deus numa forma sempre crescente.
O cuidado do Senhor para nós neste tempo está relacionado com que deveríamos saber que a mente de Deus se acomoda a uma mente espiritual, constituída de acordo com Cristo nos céus por meio do Espírito Santo (o Espírito reproduzindo em nós a vida, a mente, a inteligência do Senhor Jesus, segundo o Homem Celestial de Deus). Se a característica mais importante da espiritualidade é a inteligência espiritual, que implica conhecer ao Senhor na íntima forma de seu pensamento e de seu propósito (isto é, do que se conforma a Deus), porque isto é o que vai sobreviver a todo resto; que seja isto o que se queira ao permanecer na preeminente e suprema atividade de Deus nesta dispensação. Este mundo, e todas as coisas relacionadas com ele, não vai ser o último. Em conseqüência, não afundaremos nossas raízes nele; não estabeleceremos fundamentos profundos nele; e não edificaremos em união com ele (com o nome de Deus sobre isso), nem sequer de uma maneira religiosa. Você e eu devemos entrar na suprema atividade de Deus nesta dispensação, a qual consiste em tirar fora deste mundo, em associação consigo mesmo, aquilo que permanecerá eternamente quando tudo o mais tenha passado.